Trajetórias Plurais e Diversos Saberes
– Trocas de Saberes com;
TORCAS DE SABERES– Ao longo dos anos com suas trajetórias a Dança sem Fronteiras vem rompendo as fronteiras da dança. As danças escolhidas para estas trocas de saberes eram em suas origens majoritariamente realizada por corpos específicos e com condução predominantemente masculinas e estas profissionais que estarão com a Cia neste projeto são importantes figuras para democratização, reconhecimento e difusão para estas formas artísticas de dança e expressões culturais.
A Dança sem Fronteiras receberá três mestras/ profissionais da dança; mulheres negras que trabalham diferentes linguagens que conversam com a diversidade, a cidade e os diversos sentidos e saberes do corpo. O compartilhamento é de extrema importância em todo trabalho da Dança sem Fronteiras e por isto as trocas serão abertas a todos para participarem dos 4 dias de imersão. As artistas convidadas irão propor práticas e reflexões durante os encontros para a Cia desenvolver pesquisas e danças que darão origem a solos ou duetos do novo espetáculo. Estes solos ou duetos além de comporem células do novo espetáculo poderão configurar unidades e cenas independentes para outras apresentações e videodanças. As artistas também serão convidadas a participarem de ensaios da Cia e videodanças.
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- Danças Brasileiras – as danças populares do Brasil de matriz africana além de enraizarem a cultura nacional, fizeram parte da formação da diretora Fernanda que foi uma das fundadoras do grupo Cupuaçu, tendo vivido e dançado em sua juventude no Maranhão e estudado e atuado no Teatro Vento Forte onde conheceu Ana Maria.
- Ana Maria Carvalho – é cantora, arte educadora dançante e mestra de Cultura Popular premiada e reconhecida pelo Ministério da Cultura. Ana tratará suas cantigas e composições próprias assim com as do repertório popular para as trocas que serão cheias de música, dança e percussão. Estes encontros serão momentos muito ricos e de muita troca para a Dança sem Fronteiras que muitas vezes termina seus espetáculos com cirandas e frevos com composições próprias.
- A Capoeira com sua filosofia ginga, jogo de corpo representam muito da brasilidade, diversidade, cantos e movimentos. A roda de capoeira se tornou de patrimônio do Brasil em 2008 e em 2014 pela Unesco patrimônio imaterial da humanidade.
- Mestre Nagô – tem muita experiência em educação, trabalhos com diversos grupos de diversas idades e origens, tendo como um de seus objetivos o fortalecimento da diversidade. Este será um encontro interessante entre a diversidade da Dança sem Fronteiras e seu elenco e o trabalho e propostas da Metra Nagô.
- Danças Urbanas – fazem parte das ruas da cidade de São Paulo e Gabriel Domingues assistente de direção tem grande influência em seu trabalho destas danças trazendo sempre elementos para a Dança sem Fronteiras. Esta será uma grande oportunidade de aproximar ainda mais está linguagem da Cia.
- Mayara Rosa – trabalha a anos com as danças urbanas e formou um coletivo de danças urbanas feminino, e se tornou uma importante influenciadora das danças e suas diversidades. Mayara Rosa é a idealizadora da Turmalinas Negra



























