15 anos da Dança sem Fronteiras!

2025 – Este projeto de celebrações esta sendo realizado com a Premiação por trajetória de Grupo – Edital Fomento CultSP PNAB N° 43/2024
Celebrações em 2025
- Apresentações
- Documentário
- Novos videodanças
- Novos vodeodanças com audiodescrição
- Exposição
- Conversas
- Novas parcerias
- Novo logo da Cia e camisetas
A Dança sem Fronteiras reivindica a cidade como o lugar de todas as danças desde sua criação em 2010, criando produções artísticas e acoes educativas que acolhem as habilidades e potenciais dos participantes. A Cia trabalha com a dança com um território que representa, respeita e entende o sujeito com suas singularidades, investiga o gesto, o movimento a dança de cada, a cidade e os objetos de tecnologia assistiva (incluindo muletas, cadeira de rodas, bengalas e andadores) para criar com eles uma poética de movimento.
A improvisação como método de criação e pesquisa – O corpo de cada um como ponto de partida. – O corpo está em constante transformação e estabelecendo relações com o mundo a sua volta através das suas percepções e entendimentos sensoriais. O conhecimento parte do sentir, da observação e percepção das sensações do corpo físico como peso, respiração, batimento cardíaco.
Perguntas diárias são feitas; – Como está meu corpo hoje? – Como é o meu corpo neste momento? – Qual minha dança e meus movimentos?
A ideia é reconhecer o corpo real e não a aquele que idealizamos. – Que corpo é o meu e não aquele que idealizo ou gostaria de ter. Como posso criar estruturas para descobrir as possibilidades do meu corpo com sua expressividade.
“O encontro comigo mesmo ao encontrar o outro…” Perceber as diferenças é fundamental. O encontro com o corpo do outro me leva ao encontro com meu corpo. As diferenças trazem a libertação de sermos quem somos. Nosso corpo não tem que ser de uma forma ou outra, mas sim ser o que é. Não tem um corpo certo ou errado sim um corpo único. A normatização, a ideia de certo ou errado não dá espaço as mutações e transformações diárias que fazem parte da vida do corpo.
“Quando nada acontece tem um grande milagre que não estamos vendo” Guimarães Rosa – Este fato é uma constante verdade em relação ao corpo que cresce e se transforma diariamente, acumula marcas, curvaturas, novos detalhes e por isto a importância do tempo para a prática da observação, para deixar o corpo se comunicar e mover como queira e precise.
Videodanças
Processo prático e reflexivo
A criação assim como o corpo não tem férias está em constante transformação, em um processo continuo de observação e escuta que se dá no dia a dia, ao percebermos o mundo a nossa volta e o nosso corpo. O corpo está em constante movimento, pulsação e transformação. A provisoriedade, a percepção corporal não é algo fixo, rígido está em constante transformação assim como o mundo a sua volta. Vemos o corpo como parte integral do processo e não um ideal que que está fora e precisamos alcançar, já o temos, já é nosso e só nosso. Com suas histórias, narrativas e características únicas. Começamos sempre nossas práticas por sentir, tocar perceber o meu corpo e o corpo do outro, a pele, o músculo, a ossatura, estruturas concretas. Acordamos espreguiçamos ocupamos o espaço com nosso corpo e deslocamento, pausas. Começamos a mover sem idealizar deixando o corpo pedir para mover e nos abrindo para escutar as vontade e desejos do MEU corpo hoje. Encontramos com o outro e seus movimentos em dialogas e improvisos corporais. O movimento não é algo estável, fixo está também em constante transformação.
Processo de criação
A pratica diária de escuta ao corpo e suas sensações são fundamentais, assim como observamos o que nos rodeia, o que nos antecede e o que está em nosso tempo, para a trocas de experiências e estudos reflexivos, criativos e teóricos.
A criação dos espetáculos parte do processo investigativo de algum tema e na abordagem dramaturgia criada pela Cia em seus espetáculos anteriores. As investigações com as diversas formas VER o mundo através dos diversos sentidos fazem parte das criações. Na maioria das vezes o roteiro final do espetáculo surge durante o processo de pesquisa. Em videodança quando começamos com um roteiro este não é algo engessado pronto e sim um ponto de partida para a criação dos personagens e suas movimentações, mas a câmera e edição estão sempre dialogando com o movimento.
A escuta é um aspecto fundamental nos aquecimentos e preparos para a criação assim como durante os espetáculos, com intérpretes sempre atentos a mudanças e o que acontece em cena e nas relações que se estabelecem com as diversas plateias. Não há uma receita pronta utilizamos nos ensaios a metodologia da DanceAbility, do improviso, da dança teatro e outras influencias de estilos de danca que os bailarinos trazem. A prática constante e estudo da improvisação em nossos ensaios e ações educacionais auxiliam como ferramentas de investigação para a presença no momento, no corpo em suas sensações, proporcionando um processo de criação baseado na presença e prontidão do corpo.
Acreditamos que o movimento tem de estar presente na forma de pensar, que deve dançar, se transformar e responder as percepções do corpo e suas sensações no tempo do agora. Todos os artistas relacionados na criação das obras, músicos, bailarinos, direção, filmagem, luz, cenário e figurino, projeção, som necessitam conversar com uma escuta aguçada e com um entendimento do processo criativo e dramatúrgica da Cia.
A companhia recebeu muitos depoimentos e mensagens de cumprimentos!
Estão no Instagram da dancasemfronteiras e no
CANAL DO YOUTUBE DANÇA SEM FRONTEIRAS
Espetáculos
Frestas Poéticas – Escola Estadual Conde José Vicente de Azevedo.
Frestas Poéticas – CRD Centro de Referência da Dança de São Paulo



































